Sobre

O Restaurante:

QUALIDADE QUE FAZ HISTÓRIA. Ponto turístico de Belo Horizonte, a Cantina do Lucas serve tradicionalmente almoço e jantar à la carte, além de um badaladíssimo e cultural happy hour. O primor na culinária e a excelência no atendimento fizeram do restaurante Cantina do Lucas, não só referência na gastronomia belo-horizontina há mais de cinco décadas, mas também um Patrimônio Histórico e Cultural da cidade, tombado em 09 de dezembro de 1997.

O saboroso, variado e requintado cardápio encanta e faz a qualidade do Restaurante. Por aqui preparam-se refeições que são verdadeiras obras primas. A culinária tradicional e sempre atualizada busca sempre a perfeição e o requinte do sabor.

A Cantina do Lucas é reduto de intelectuais, artistas e formadores de opiniões. Local onde trabalhou o garçom mais tradicional de Belo Horizonte, o Sr. Olympio Peres Munhoz, que ficou em atividade por mais tempo em todo o País. O Sr. Olympio faleceu em 2003, aos 84 anos, mas está imortalizado no Guiness Book.

Venha descobrir porque a Cantina do Lucas continua fazendo história no cenário gastronômico e cultural da capital mineira. Clique AQUI e acesse o mapa de como chegar. Contato e mais informações pelo telefone, e-mail ou pelo LINK.

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
Segunda a quinta-feira: de 11h30 as 2h • Sexta e sábado: de 11h30 as 3h • Domingo: de 11h30 a 1h



Um pouco de HISTÓRIA:
(Retirado do livro "Historias da Rua da Bahia e da Cantina do Lucas")

"Lá se vão os anos, mas o Lucas continua a ser um bar atemporal, em termos de qualidade de comida, da bebida sempre confiável e da atenção e carinho de quem nos serve. É um refúgio para quem gosta da noite e de uma conversa inteligente. Diria mais: é o bar de todos os mineiros, estejam eles na província ou em qualquer outro ponto do planeta. Um lugar de aconchego, para os mineiros universais".
(Compositor e letrista Fernando Brant)


CANTINA DO LUCAS, PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL DE BELO HORIZONTE. Um local que teve a inédita característica de aglutinar, durante anos, todas as vertentes da produ­ção artística e cultural de Belo Horizonte, influenci­ando dezenas de pessoas, em termos de vivências humanísticas e, sobretudo, políticas.

Um de seus freqüentadores era Milton Nascimento, assim como Toninho Horta e o resto do pessoal do Clube da Es­quina. Isto sem citar os apaixonados pelo cinema, como os diretores Carlos Prates Corrêa e Shubert Magalhães, jornalistas como Ronaldo Brandão e Flávio Márcio, escritores da estirpe de Murilo Rubião e Fritz Teixeira de Salles e uma infinidade de nomes.

A Cantina do Lucas era uma espécie de vulcão pujante de idéias. Era frequentado por militantes do movimento estudantil, escritores, artistas plásticos, membros do partido comunista e o pessoal do cinema e do teatro. Muita informação política preciosa foi compartilhada, ali muitos foragidos encontraram orientação para obter refúgio. Era um lugar onde se tomaram muitas decisões que repercutiram na vida das pessoas e mesmo na política Nacional. De lá, saíram muitos heróis e personagens importantes da história.

A efervescência cultural da época, fez da Cantina o anfiteatro das grandes discussões em torno da música, do cinema novo, da arquitetura, do existencialismo, da literatura, da Pop Art, passando pelo futebol ou simplesmente expondo as angústias, alegrias e tristezas do cotidiano de cada um. A Cantina do Lucas foi e continua sendo um ponto de encontro do que há de mais conceituado a nível de cultura e boemia de Belo Horizonte.

No começo, a Cantina do Lucas era um reduto da colônia italiana, seus primeiros proprietários eram os irmãos Guido e Humberto Cerri. Depois o estabelecimento foi vendido e virou Trattoria de Saatore, nome do novo dono, que posteriormente negociou com o velho mestre Lucas, que transferiu-lhe o nome e consagrou definitivamente o ponto, lá por 1961. Em 1983, Edmar Roque assume o comando. Durante todos esses anos a Cantina conservou suas características originais, sem perder o charme e a fama peculiares. Até hoje, a parte interna do Lucas conserva uma de suas principais características, a parede é revestida por típicos azulejos decorados nas cores azul e branco. Outra marca são as grades em ferro trabalhado, originais em verde escuro, as inconfundíveis garrafas dispostas em prateleiras no teto e as paredes revestidas em madeira escura da loja (também original, porém restaurada) dão ao lugar um estilo próprio e marcante.

O cardápio busca sempre a perfeição sem perder a tradição. Equilibra a tradição e o novo. A qualidade da gastronomia e dos serviços são um dos fatores decisivos na fidelidade da freguesia ao longo desses 50 anos.



Livros/Souvenirs:

Informe-se. Conheça mais desse capítulo fundamental na história da capital mineira e outras curiosidades no livro "Historias da Rua da Bahia e da Cantina do Lucas", disponíveis nos links a seguir:
LIVRO com um pouco da História do Restaurante Cantina do Lucas.
REVISTA com um pouco da História do Restaurante Cantina do Lucas.